26 julho 2017

Evacuada aldeia de Casas da Ribeira, em Mação

O presidente da Câmara de Mação, Vasco Estrela, afirmou que a aldeia de Casas da Ribeira, com cerca de 30 pessoas, está à tarde a ser evacuada, sublinhando que o combate ao incêndio continua "complicado".

Segundo Vasco Estrela, a aldeia de Casas da Ribeira foi evacuada "para evitar que existam maiores problemas naquela aldeia", num momento em que as chamas se dirigem para aquela localidade.

A agência Lusa constatou em Pereiro a passagem de cerca de 15 veículos de transporte de utentes e ambulâncias em direção a Casas da Ribeira para efetuar a evacuação da povoação.

Há outras aldeias que, a continuar o atual cenário, podem ser evacuadas, como é o caso da Aldeia de Eiras, acrescentou o autarca. 
"Vamos ver como as coisas evoluem", referiu Vasco Estrela, considerando que a situação continua complicada.

À frente do centro de comando operacional, na vila de Mação, há duas ou três frentes de fogo que inspiram "alguns cuidados".

No entanto, "também já estiveram pior", notou o presidente da Câmara, sublinhando que os meios aéreos estão a ser utilizados para garantir que uma das frentes não progrida.

Neste momento, uma das frentes dirige-se a Evendros, onde a área já está queimada, "o que pode favorecer o combate", constatou o presidente da Câmara de Mação.

Lusa
O primeiro-ministro desloca-se hoje às 17:30 à Autoridade Nacional de Proteção Civil, em Carnaxide, para uma reunião com os responsáveis operacionais sobre a situação dos incêndios em Portugal, disse à Lusa fonte do gabinete de António Costa.


No encontro, António Costa irá receber toda a informação atualizada sobre a situação dos incêndios em Portugal, acrescentou a mesma fonte.

Fonte: SICNotícias

MAÇÃO – Última hora. Ardeu habitação em São José das Matas e a A23 estará prestes a ser cortada ao trânsito

A aldeia de São José das Matas está em sobressalto face ao aproximar das chamas. O incêndio de Mação continua, assim, muito ameaçador e com diversas frentes activas, que obrigam a cuidados redobrados para salvar pessoas e bens das localidades deste território do Médio Tejo. Há colunas de fogo com diversos metros de altura que estão, assim, a ameaçar São José das Matas, onde os bombeiros estão agrupados para defender as habitações, ainda que haja registo para um imóvel que não escapou à fúria das chamas. Para além disso, refira-se, a A23 estará prestes a ser cortada, nomeadamente a partir do nós de Mouriscas.

Fonte: Radio Hertz

Acidente em lavandaria hospitalar em Vialonga faz pelo menos sete feridos

O rebentamento numa lavandaria hospitalar em Vialonga, com derramamento de ácido, fez pelo menos sete feridos. As vítimas, mulheres entre os 30 e os 40 anos, foram já transportadas para o Hospital de Vila Franca de Xira, para serem assistidas.


EM ATUALIZAÇÃO

Uma fuga de vapores químicos terá estado na origem no acidente que mobilizou para local pelo seis viaturas e dez operacionais.

Fonte: SIC Notícias

"Vamos sempre a correr atrás do incêndio"

“Onde está o rádio? Vamos lá embora! Jorge, arruma o material para levar”. Destino: Mação, distrito de Santarém, onde lavram as chamas, onde os fogos mobilizaram mais de mil operacionais e cerca de 200 pessoas foram retiradas de casa. Eles correm atrás do incêndio, vão para ajudar, como sabem, como podem.

Pouco passava das 19h55 quando Bruno Ferreira, 41 anos, chegou à sede dos Paramédicos de Catástrofe Internacional, na Pontinha, Odivelas. O chefe de missão recebe-nos neste antigo quartel de bombeiros de sorriso no rosto. São os jornalistas? Acenamos, somos. “Bem-vindos”, vou abrir.

Presidente e fundador desta Instituição Particular de Solidariedade Social, Bruno é o primeiro a chegar ao ponto de encontro. É o médico da missão. Dali sairá uma equipa de quatro pessoas apoiadas por duas viaturas rumo a Mação, uma de suporte imediato de vida, outra de cuidados intensivos e triagem. Jorge Santos chega pouco depois, seguem-se Ana Santos e António de Sousa. Em Mação, à equipa irá juntar-se Jorge Pedro, e as enfermeiras Luísa de Matos e Carla Dias.

"Onde está o rádio? Vamos lá embora!”. As ordens são de António de Sousa, vice-presidente da organização não-governamental. São cerca de duas horas de caminho, não há tempo a perder e a azáfama é grande.

Mas é Mação que nos preocupa. Como será quando chegarmos lá? Questionamos. Apesar da ida ter sido autorizada pela autarquia, uma vez no local esta equipa ficará à disposição do comando central, que coordena as operações no terreno.

“O que faz confusão é que existam tantas organizações da sociedade civil e não exista ainda uma plataforma eficaz de coordenação, já que trabalhamos todos para o mesmo, mas com diferentes valências”, lamenta Bruno, fazendo referência, porém, à portaria publicada em março deste ano, “que ainda não tem efeitos práticos”, mas que visa reconhecer estas organizações de voluntariado de proteção civil e coordenar a sua atuação com as restantes entidades.

E, hoje, como funciona essa articulação? Existem rivalidades, Bruno não o esconde, sobretudo entre entidades que prestem o mesmo tipo de serviços, mas ressalva que “aqui o que faz a diferença é estar alguém disponível para pegar num idoso ao colo e levá-lo para um local onde esteja seguro e possa respirar, por exemplo”. A ajuda é bem-vinda, mesmo que isso implique ficar longe do fogo a fazer sobretudo um trabalho de suporte à população.

Com o incêndio em Pedrógão Grande - que custou a vida a pelo menos 64 pessoas - ainda bem presente na memória, a culpa não quer - e não pode - morrer solteira. “A culpa [dos incêndios] é de todos. De quem multa, de quem fiscaliza… Se todos fizessem o seu papel seria mais fácil”, desabafa Bruno Ferreira. Há uma responsabilidade partilhada na tragédia, diz-nos. Câmaras, forças de segurança e privados têm uma função. A culpa tem muitos donos.

Operacionais fardados, boinas colocadas, cinto apertado. A partida para Mação acontece pelas 21h30. Não vamos sós, várias ambulâncias seguem na mesma direção e, confirmamos mais tarde, rumo ao mesmo destino.

São 23h36 e a A23 continua cortada ao trânsito. Apenas os serviços de emergência passam. Os paramédicos não são exceção e escassos minutos depois estamos a entrar em Mação. É chuva? Não, é cinza. O tom alaranjado no céu e o cheiro a queimado denunciam o fogo que lavra e que por esta altura já destruiu cinco habitações e obrigou a retirar 200 pessoas das aldeias do concelho, metade das quais teve autorização para voltar a casa. Aqueles que permanecem retidos estão instalados na Santa Casa da Misericórdia de Mação.

O balanço é transmitido por Vasco Estrela, presidente da autarquia. “Quando teremos este fogo dominado?”, pergunta uma jornalista. Estrela não arrisca previsões. O rosto cansado pede prudência na avaliação. O discurso, duro, reitera que o Interior não pode ficar esquecido e fala de problemas sistemáticos.

"Ou há falta de meios, ou, de facto, o incêndio está a evoluir de uma maneira tal que é impossível controlar tudo, ou então alguém tem que responder sobre o que está aqui a acontecer, porque é sistemático. Recebemos informação de que há aldeias para evacuar, sem ninguém no local, chega a GNR, chegam os meios da Câmara Municipal, chegam eventualmente ambulâncias para trazer as pessoas, e os bombeiros, coitados, alguns aparecem lá já quando as coisas estão mais complicadas".

Também ele, à sua maneira, nos vai dizendo que a culpa tem muitos donos.

Já passa da 00h30. Entre entrevistas, Vasco Estrela recebe atualizações sobre os desenvolvimentos no terreno.

As boas notícias são “raras”, diz. "Os acontecimentos sucedem-se a uma velocidade vertiginosa" e já existe um "cansaço extremo dos operacionais".

"Estamos a tentar retirar as pessoas dos locais de perigo, pô-las em segurança e depois tentar de alguma forma preservar os seus bens. É isso que tem sido o esforço feito, os bombeiros têm sido incansáveis, uma vez que estão aqui no terreno no sentido de tentar resolver os problemas que vão surgindo."

Até agora, "arderam cinco casas de primeira habitação, para além de casas devolutas, barracões, infraestruturas elétricas e viaturas, com prejuízos não calculados, e mais de 10 mil hectares de floresta, muita área de regeneração natural do incêndio de 2003", disse.

A declaração assume depois um tom de desabafo.

"Quando estávamos a recuperar o nosso verde horizonte, quando havia uma vez mais esperança da população deste concelho na floresta, na nossa maior riqueza, esta é uma machadada enorme que o concelho está a sofrer", salientou o autarca.

"E o dia tem sido isto", resumiu. "Tentar retirar as muitas pessoas das suas casas, muitas delas onde viveram toda a vida para que seja possível salvar as suas vidas. O inferno tem sido este, onde o fogo chega às aldeias sem qualquer aviso, sem qualquer bombeiro no local”.

“Vamos sempre a correr atrás do incêndio (…) e andamos nisto há mais de 24 horas”.

O lamento é sina proferida pelo autarca. A sina de bombeiros, paramédicos, médicos, enfermeiros, tropa, políticos. A sina de um Portugal que continua "a correr atrás do incêndio”.

Fonte: Sapo24

MAÇÃO – Última hora. Já há quinze feridos no incêndio, cinco dos quais bombeiros

A indicação é avançada pelo Correio da Manhã: já há lugar a quinze feridos no incêndio de Mação, de entre os quais cinco bombeiros e um militar da GNR, para além de nove civis.

Todos eles em estado ligeiro.

O incêndio esse continua descontrolado e nem durante a noite foi possível acalmar a força do fogo, que tem continuado a ameaçar aldeias e respectivos habitantes.

Durante as últimas horas foram destruidas sete habitações, nomeadamente duas no Carvoeiro e cinco em Envendos, para além de anexos, barracões, tractores e automóveis.

A situação continua, assim, dramática e sem fim à vista até porque os meios disponíveis são claramente escassos, sendo que esta falta de recursos já está a revoltar os próprios bombeiros, completamente desgastados com tantas horas seguidas de combate.


Fonte: Rádio Hertz

24 julho 2017

Os tabus oficiais sobre a tragédia de Pedrógão

No último mês o PÚBLICO dirigiu dezenas de perguntas a organismos oficiais para procurar saber o que falhou na tragédia de Pedrógão Grande. Praticamente todas ficaram sem resposta.
No final do mês de Junho, dez dias após a tragédia de Pedrógão Grande e quando as dúvidas sobre o que se passou se acumulavam, o PÚBLICO dirigiu várias perguntas a cada um dos organismos envolvidos nas operações — incluindo para o poder político —, de modo a procurar respostas concretas sobre cada uma das vertentes do combate ao incêndio.
Chegou a altura de revistar essas perguntas, feitas à procura dos porquês. Mas começamos por um relatório, também ele pedido pelo primeiro-ministro, e cujo paradeiro é desconhecido.

O que aconteceu na EN 236-1

O secretário de Estado da Administração Interna anunciou a 3 de Julho que a GNR já tinha concluído e entregue o relatório interno sobre a Estrada Nacional 236-1, onde morreram dezenas de pessoas encurraladas pelas chamas durante o incêndio de Pedrógão. Jorge Gomes acrescentou até que esse relatório estava “com quem de direito”. No dia seguinte, o PÚBLICO pediu acesso ao relatório. E o MAI respondeu que ele ainda não estava terminado. Na última semana insistimos com as perguntas:
1. A GNR confirma que já concluiu e entregou o referido relatório, que tinha sido pedido pelo primeiro-ministro?
2. A que entidades ou pessoas foi o referido relatório entregue?
3. A GNR vai tornar públicas as conclusões do documento?
4. Por que não foram ainda divulgadas as conclusões?
A resposta veio dois dias depois: “Cumpre-me informar que corre termos um inquérito sobre o assunto infra, cujo términus será no final do presente mês.”
Para além deste, vários outros estudos ou relatórios foram entretanto pedidos pelo Governo e ainda aguardam conclusões: um do Instituto de Telecomunicações ao funcionamento da rede de comunicações SIRESP, uma auditoria da Inspecção-Geral da Administração Interna à Secretaria-geral do MAI e um estudo sobre o incêndio encomendado ao académico da Universidade de Coimbra Domingos Xavier Viegas. Não foram dados prazos para o fim de cada uma destas investigações, que se juntam ao trabalho que uma Comissão Técnica Independente de peritos iniciou na última semana e que terá de estar pronto no prazo máximo de três meses. O Ministério Público também está a investigar.

Sobre a estrutura da Protecção Civil

Para a Administração Interna seguiram do PÚBLICO perguntas sobre três vertentes diferentes. A primeira das quais sobre as alterações feitas pela ministra e pelo secretário de Estado da Administração Interna à estrutura da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) nos meses anteriores à tragédia. E também sobre as eventuais consequências no terreno.
1. No final de Março e até aos primeiros dias de Abril foram feitas 30 nomeações na estrutura da ANPC, sendo que 16 correspondem a reconduções e 14 a novas entradas na estrutura. Considera o MAI que a alteração tão em cima da época de incêndios teve alguma influência na resposta dada ao incêndio de Pedrógão?
2. Olhando para o organigrama da ANPC, verifica-se que dos três distritos afectados há dois segundos comandantes que foram nomeados em Abril, Mário Cerol (de Leiria) e Amândio Nunes (de Castelo Branco). Há declarações de bombeiros que dizem nunca ter visto qualquer um dos comandantes antes na zona. Qual o papel desempenhado por estes dois comandantes no incêndio de Pedrógão?
3. Quais as funções actuais do comandante operacional de agrupamento distrital do Centro Norte, Pedro Nunes? Qual o seu papel na resposta ao incêndio?
4. Na prática, é possível uma fita do tempo de responsáveis no comando?
Algumas destas dúvidas foram dissipadas pela resposta do primeiro-ministro ao CDS, que inclui um cronograma dos vários responsáveis da ANPC que comandaram as operações nas horas da tragédia e nos dias que se seguiram. Mário Cerol e Pedro Nunes estavam em Pedrógão na altura dos eventos fatídicos, o primeiro a liderar as operações no terreno entre as 19h55 e as 22h do dia 17 de Junho (o intervalo de tempo em que ocorreu a grande maioria das mortes) e o segundo em missão de reconhecimento, ordenando inclusive o corte de uma estrada (que não a EN 236-1) devido ao rápido avanço das chamas. Mas são mais as dúvidas do que as certezas relativamente ao que falhou nas primeiras horas do incêndio e na estratégia de combate inicial — dúvidas essas a que as respostas oficiais da Protecção Civil ao primeiro-ministro estão longe de dar resposta.

Sobre a resposta nacional naquela noite

Estas foram as questões enviadas para o MAI e para a Protecção Civil. Não houve resposta em qualquer caso.
1. Quem estava de prevenção na ANPC naquele sábado à noite?
2. Quem foi o primeiro a responder? As operações começaram com o Comandante Operacional Distrital de Leiria Sérgio Gomes ou com o 2.º, Mário Cerol?
3. O presidente da ANPC, Joaquim Leitão, encontrava-se numa cerimónia em Peniche? A que horas é contactado pela primeira vez e qual o percurso que faz?
4. O Comandante Operacional Nacional Rui Esteves estava em casa em Castelo Branco? A que horas é contactado pela primeira vez e qual o percurso que faz? Foi a Pedrógão? Comandou de lá as operações? De que horas a que horas? Foi enviado para Carnaxide para comandar as operações? Por quem?
5. O 2.º Comandante Nacional de Operações de Socorro Albino Tavares estava em Coimbra? A que horas é contactado pela primeira vez e qual o percurso que faz? Foi para Pedrógão? Comandou alguma operação de lá?
6. A que horas foi accionado o pedido de ajuda aos distritos mais próximos, Castelo Branco e Coimbra? Por quem?

Uma dúvida sobre o SIRESP

Entre as várias dúvidas que a resposta do concessionário do SIRESP ao primeiro-ministro levantava, uma exigia uma resposta mais imediata: “Avaliando o relatório do SIRESP, o MAI vai pedir informações mais detalhadas? Os dados estão compilados em três períodos distintos (um de cinco horas, das 14h às 19h de sábado, um de 14 horas, das 19h às 9h da manhã de domingo, e um terceiro que avalia os cinco dias de incêndio). Considera o MAI que este desdobramento permite perceber o que falhou ou não no sistema nas horas e na zona crítica?”
Mas o PÚBLICO tentou alguns esclarecimentos adicionais sobre o contrato Setronix, que se refere às antenas do SIRESP. E também as enviou ao MAI: “Em Outubro do ano passado, a SGMAI contratou, por ajuste directo, a empresa Setronix (empresa de serviço de consultadoria em telecomunicações) para serviços de estudo e avaliação das infra-estruturas de sete torres da rede SIRESP. Quais as torres que precisavam dessa avaliação? Quais os resultados do estudo encomendado? Houve reparações necessárias que daí tenham resultado?”
Nenhuma das questões levantadas pelo PÚBLICO teve resposta.

Três perguntas sobre as vítimas

Na sequência das respostas da Secretaria-geral do MAI, o PÚBLICO enviou outro conjunto de perguntas para o MAI, estas sobre as vítimas do incêndio:
1. O relatório da SGMAI apresenta alguns intervalos de tempo em que terão ocorrido as mortes. Estas são as horas da verificação de cada morte ou a hora indicativa a que morreram as pessoas após autópsia?
2. Há alguma indicação do trajecto de cada vítima?
3. O MAI tem indicação se houve alguma vítima por ter sido reencaminhada pela GNR no sentido IC8-Castanheira de Pêra?

Sobre o INEM e a assistência

Um grupo de perguntas que enviámos para a PSP, GNR e para o próprio INEM, que se cruzam em alguns pontos com as dificuldades do SIRESP e que também não mereceram resposta até hoje:
1. O Governo pediu ao INEM algum relatório sobre a assistência a vítimas no local/comunicações via 112?
2. É possível saber quantas comunicações recebeu o 112 naquela área por hora?
3. É possível saber quantas chamadas falhadas houve para o 112?
4. Tendo em conta que houve falhas nas comunicações móveis e fixas naquela zona, o INEM comunicou a dificuldade que estavam a sentir de chamadas provenientes daquela zona?
5. A que horas é recebido o primeiro pedido de ajuda naquela zona? Em que localidade?
6. Durante o período mais activo do incêndio (entre as 18h e as 23h) foi possível enviar meios de ajuda ao local de onde estavam a receber pedidos de ajuda? Quantos pedidos foram? Foram respondidos a que horas e por que entidades?
7. Teve a central d
o 112 dificuldades em entrar em contacto com os meios no local?

Helicópteros e georreferenciação 

As últimas perguntas do PÚBLICO foram sobre os helicópteros Kamov e uma promessa do Governo aos bombeiros. Eram três:
1. Já tem o MAI autorização do Ministério Público para a reparação dos dois Kamov?
2. O que falta para que o MP dê essa autorização? Tem de concluir a investigação? A reparação dos Kamov impede essa investigação?
3. Em Novembro do ano passado, o secretário de Estado Jorge Gomes disse que era intenção do MAI equipar as viaturas dos bombeiros com sistemas de georreferenciação. Como está este processo? Quantas viaturas já têm este sistema? Quando está previsto que todas as viaturas tenham este sistema?

Fonte: Público